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SuperMetal Peoplefobia

Uau, isso poderia ser o nome da minha banda de metal!! Quem conhece os 5 elementos chineses e as minhas loucuras deve entender o título desse post. Estou de férias e ando meio esquisita, muito metal, antecipando o inverno e a hibernação. E na verdade é um momento contraditório. Não, na verdade, eu sou super contraditória.

Eu tenho um amor enorme por artes, música, dança, diversão, palco e tudo mais. Deve ser o sol em libra, a lua em touro, o ascendente em sagitário e whatever. Mas ao mesmo tempo eu sou “totally metal”, tenho tendência a me recolher e ficar trancada no quarto, ouvindo música, lendo um livro, tudo que me faça estar longe da multidão. A pressão de ser perfeita, impecável me deixou meio maluca. A japonesice também me trouxe efeitos colaterais. As japonesinhas tradicionais devem ser ainda mais impecáveis, rir baixo, olhar para baixo, serem discretas e invisíveis.

Que coisa horrível… acho que é por isso que eu ando lendo Osho. As pessoas têm um mega preconceito dele, mas tenho que admitir que ele tem textos muito bons. Em alguns momentos me lembra a simplicidade e a beleza de Rubem Alves, em outros, o tal do poder o agora do Eckart Tolle. Enfim, é a sabedoria básica que nós todos deveríamos ter mas não estamos acostumados… Ser livre, ser simples, ter coragem de ser qualquer coisa, viver o momento, viver a eternidade, não ter preconceitos e frescuras, não ter apego, não usar máscaras. A gente sabe o que deveria fazer, mas vive fazendo o que não deve.

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She’s like the wind

Hoje o post é em homenagem ao filme “Dirty Dancing”. Quando ele foi lançado, eu tinha 7 anos, então realmente não lembro de ter assistido o filme na minha infância ou adolescência. Com o vigésimo aniversário do filme e alguns anos depois, o filme estava na Lojas Americanas, em DVD duplo especial, por 12,99. Irresistível, não? Bom, os anos 80 voltaram a moda (não sei fazer crase no mac, esqueci!) e tenho que confessar que as músicas dos anos 80 são divertidíssimas! é muito legal ver aqueles cabelos enormes e bregas, as polainas. E a trilha sonora de Dirty Dancing é animal, ouçam de novo “Time of my life”, “She’s like the wind” e “Hungry Eyes”. Muito nostálgico! Yeah, viva a década perdida!

Sedentarismo Parte III – Dança

Antes da escalada, esqueci de outra tentativa anti-sedentarismo: a dança do ventre. Um dia, numa aula de francês, eu estava conversando com meu professor figura sobre alguns probleminhas de saúde e ele, com o sotaque afrrrancessado dele, sugeriu que a dança do ventre seria ótima para resolver esse meu desequilíbrio no chakra x. Na época eu não entendia nada de reiki, chakras, energia etc, isso era 2001 ou 2002. Só sei que resolvi experimentar para ver se dava uma circulada na energia…

Caí no espaço Oriental Mix, da Profa. Patrícia Bencardini. E pra minha sorte, ela é ótima. A dança do ventre é apaixonante. Apesar de algumas pessoas terem preconceito, acharem vulgar, brega etc, a dança tem uma profundidade, beleza, desafio, força e significado absurdos. E eu só pratiquei alguns meses em 2002. Mas a música que ensaiavámos naquele ano para apresentação eu ouço até hoje e é das coisas mais alegres, fortes e cheias de energia que eu já ouvi.

Naquela época tive que largar para estudar para a OAB. O único horário livre (sábado de manhã) tinha que ser dedicado ao cursinho.

Seis anos depois, após estudar e me identificar com a Antiga Arte, a Deusa, os deuses, as deusas, voltei a procurar a dança do ventre como uma forma de conexão, aprendizado, autoconhecimento e pura diversão. Depois de rodar muito, acabei escolhendo fazer aula com a Profa. Andreza Santana, que por algum “acaso” é aluna da Patrícia. E é tão competente quanto, linda, dedicada, divertida.

As aulas foram poucas (acho que só uns 4 meses), acabei largando por causa de incompatibilidades com a escola e outras prioridades. Mas as descobertas eram divertidíssimas. Comecei a ver os paralelos com o Tai Chi, comecei a perceber o quanto aquela arte tinha para oferecer e ensinar durante muito tempo… Xi, é difícil demais para eu entender com tão pouca prática. Enfim, recomendo muito.