Mês: maio 2012

Paz

Lendo um pouco sobre o amor…

“A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, imorredouro.

Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alteram as manifestações da afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível.

Nunca se impõe, porque é espontâneo como a própria vida e irradia-se mimetizando, contagiando de júbilos e de paz. Expande-se como um perfume que impregna, agradável, suavemente, porque não é agressivo nem embriagador ou apaixonado…”

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Ser

“Ser puro, não para ser nobre, ou para ser forte, mas para ser si próprio” (Bernardo Soares/Fernando Pessoa)

Hoje confesso que estou confusa. E estou morrendo de sono. Mas não consegui não escrever um pouquinho antes de capotar na cama. Foram muitas reflexões e muitas coisas para digerir. E acho que o meu amor nem tem ideia do quanto ele tem me ensinado a cada dia – sobre mim mesma, sobre ele, sobre a vida e as pessoas. A terapia me ajuda a clarear coisas, a soprar certas nuvens (bem pesadas). Mas ele tem me ensinado um monte sobre simplicidade, integridade, transparência. E não só isso. Tem também a coerência, a vontade, a sensibilidade, a honestidade. Parecem palavras vagas, mas só quando a gente as enxerga em alguém a gente tem realmente noção do que elas significam.

Tenho muitas coisas para pensar ainda… mas agradeço a Deus, aos Deuses, ao universo pela oportunidade que estou tendo, pelos presentes bonitos da minha vida, pelas coisas tão boas que estou sentindo, pela fé que está se revigorando, pelas divergências que estão me ensinando, pelos diálogos que estão me enriquecendo, pelo carinho enorme e inspiração que tenho recebido.

Sinto que estou ficando mais leve e mais simples. Obrigada.