Mês: outubro 2010

Feliz dia dos mestres…

Hoje é dia 15 de outubro! Parabéns a todos os professores!

Está para nascer ainda uma profissão que eu admire mais que essa… Ser professor é uma responsabilidade tão grande e ao mesmo tempo uma profissão tão pouco valorizada que deveria rolar um protesto geral neste país. E eu tenho muito o que agradecer a um monte de professores, desde as tias do pré, passando pela professora do Kumon, do Nihongogakko, dos colégios, da faculdade, do mestrado, de artes marciais, música, francês, espanhol… Nossa, que povo mais corajoso esse viu. O detalhe é que os professores viram conselheiros em assuntos gerais… às vezes viram conselheiros espirituais… às vezes são simplesmente um exemplo, uma inspiração, alguém que te estimula a crescer só porque eles são o que são. Parabéns aos professores universitários… que ralam tanto e orientam (os que realmente orientam) os alunos com tudo que podem, perdem horas de sono tentando ajudar os perdidos… ralam muuito para conseguir publicar, sobreviver, ganhar bolsa, financiamento… Fazer pesquisa no Brasil é corajoso.

Enfim, parabéns merecidos a todos vocês. With love.

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As medicinas que não conversam

Estou num momento de rever tudo mesmo. Hoje a revolta é com a medicina alopática. E olha que tenho muitos amigos médicos e médicos na família e respeito muito todos eles. Mas estou revoltada com a falta  de cuidados e falta de ‘visão geral’ dos super segmentados médicos alopáticos… Nos últimos meses eu tive que tomar muitos remédios (sério, eram uns 5 ou 6 diferentes por dia, mais cremes e antibióticos etc). Eu estava crente que estava me cuidando, mas vi que só fiz mal para mim. E quando lembro das raízes dos problemas lembro que começaram também numa época que tive que tomar muitos antibióticos.

Enfim, agora que a saúde está num estado pior, percebi que chegou aquele momento que não tem antibiótico ou remédio de tarja preta que dê jeito. E que todos os remédios que eu tomei nesses meses só agravaram o quadro. E eu não culpo todos os médicos que me passaram. Eles estavam tentando curar sintomas, cada um de seu jeito. O otorrino passou x, ginecologista passou y, psiquiatra passou z, gastro passou w… mas ninguém lembra a gente que esse monte de drogas acaba com sua própria defesa natural. Eu mesma esqueci! E ninguém também pára para ver que todos esses sintomas juntos fazem parte de um outro quadro maior. Por que tanta segmentação e falta de visão?

Fui ingênua na verdade. Eu sou fã de acupuntura desde 2003, reiki desde 2005. E tanto a acupuntura como o reiki curaram problemas que já haviam sido tratados com milhões de antibióticos e cirurgias e remédios diferentes (que falharam miseravelmente). E mesmo sabendo como os remédios podem falhar, eu ainda acreditei demais neles.

Sempre acreditei que o melhor era unir a medicina ocidental com a medicina oriental e outras linhas. Porque de fato há problemas que a acupuntura não resolve sozinha. (Apesar de eu conhecer uma pessoa que se curou do câncer com acupuntura e alimentação) Mas agora vejo que se não existisse essa segmentação estúpida e a descrença na medicina oriental e não convencional, eu teria me poupado de muitos erros e do dinheiro jogado fora.

Minha dúvida agora é onde achar um médico que tenha uma visão mais holística e que não seja um charlatão. Se alguém conhecer, avise-me, por favor. E de preferência um que não tenha preços abusivos. Aliás, essa é outra revolta. Por que raios um médico cobra R$ 500,00 para te atender por 20 minutos? Eu acho que todo mundo tem que cobrar pelo bom trabalho que faz mas peraí, quinhentos reais é abuso.

Uma coisa é você cobrar caro de uma super multinacional, em relação a um trabalho que demorou meses e mobilizou uma equipe de 200 pessoas. Outra coisa é você cobrar super caro de um indivíduo que ficou com você 20 minutos. E pior, cobrar tanto por uma coisa que todo ser humano deveria ter direito desde sempre (ainda mais com tantos impostos): assistência médica de qualidade e saúde. Eu acho isso abuso, sorry.

Bom, foi o desabafo. Agora torço para achar um bom médico (ou vários) que me ajudem a consertar os problemas que os outros médicos criaram. Medicina burra, argh. Chega disso.