Mês: junho 2009

Charlie

Todo mundo já viu esse videozinho, mas eu precisei colocar aqui hehehe. Nada como incluir algo tão fofo no blog.

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Transição, Vida Nova!

Nossa, peço desculpas pelo sumiço! Foram semanas loucas mas muito divertidas. Cada dia não sabia bem onde eu ia ficar, o que eu tinha para resolver, era casa da mãe, casa da sogra, sem computador, sem internet, acompanha pedreiro, reforma, chegada de encomendas, presentes, coisas… uau! hehehe Agora finalmente estamos mudados!!

Mesmo sem geladeira, fogão, cadeira, aqui estamos nós. E está sendo muito legal, muita alegria. Esta semana devemos estar mais equipados e acho que comeremos melhor, mas o importante é que mudamos e a maior parte das coisas foram realizadas, com um monte de apoio, ajuda, contribuições e carinho de muita gente. Obrigada a todos!!

Agora é cuidar dos detalhes e correr muito atrás das coisas que faltam (tipo um trabalho!!), para poder retomar as coisas que eu mais gosto tb (dançar? cantar?).

Ah, e estamos aguardando as visitas!

Interferência

Eu estou um pouco brava, mas vou tentar ser mais neutra… hehehe

Uma coisa que nós fazemos o tempo inteiro, principalmente as pessoas mais velhas, é interferir na vida alheia achando que estamos fazendo bem para as pessoas. Quando gostamos de alguém, queremos dar conselhos, indicar caminhos, orientar, dar palpite. Tudo para o bem da pessoa. Mas qual será o bem em ficar tentando adivinhar o que é melhor para os outros? Será que não somos nós mesmos que sabemos sobre nossas próprias vidas? Será que alguém entende melhor que você o que você está passando ou sentindo? Será que alguém te conhece melhor do que você mesmo se conhece?

E mesmo que os outros saibam mais do que você mesmo sabe, será que é saudável ficar interferindo e impedindo as pessoas de crescerem e tomarem decisões sozinhas?

É preciso tomar muito cuidado com os conselhos que damos e recebemos. Por mais que venha das pessoas que você mais ama  e confia no mundo, essas pessoas não são você, essas pessoas muitas vezes se baseiam unicamente na experiência de vida que tiveram. E a situação de cada um é singular. Saber respeitar a singularidade de cada um é essencial.

Não importa se é sua mãe, seu analista, seu amigo de infância, sua avó, seu mestre, professor, orientador espiritual, pajé etc. A intenção sempre é boa, mas você sabe o que você tem que fazer.

E não adianta ficar angustiado com as decisões e atitudes alheias. Esteja por perto, mas não fique tentando forçar coisas que só a outra pessoa pode realizar.

People are strange

Ontem fui na Camicado para montar uma lista de chá de cozinha! Uau, tem bastante coisa pra pensar… Mas foi muito divertido! Nossa casa vai ficar super colorida.

Agora preciso correr para convidar todas as pessoas e não sei como vou fazer. É um momento super importante pra gente, eu estou muito feliz e ansiosa. Mas eu sei que no final vai dar certo e as minhas amigas queridas já estão me dando uma ajuda enorme. Nessas horas a gente vê o quanto podemos contar com as pessoas! É muito bom!

Eu sempre tive uma grande dificuldade para lidar com pessoas, amigos, o mundo social. Sou meio doida, meio esquisita e nunca sabia lidar com as mancadas dos “amigos”, o carinho de outros, os elogios de alguns, as mentiras e nóias de outros. Hoje estou bem mais calejada e continuo vendo mancadas e sacanagens, mas acredito que entendo melhor o comportamento das pessoas, baseado no meu próprio comportamento. E cada um age da maneira que sabe e pode, dá carinho ou amizade como pode, é companheiro ou não na medida que consegue. As pessoas somem às vezes porque precisam, não escrevem ou dão o cano porque não tiveram outro jeito.

Hoje vejo que as pessoas que são mais seguras e tranquilas são simples e sabem ser amigas sem grandes reviravoltas. Quando a gente gosta de alguém e conhece a pessoa a gente simplesmente sabe respeitar todas as manias e defeitos. Aconteça o que acontecer a gente tenta entender o que está acontecendo com a pessoa antes de cobrar alguma coisa. E se um amigo erra feio, a gente simplesmente dá um toque ou um chacoalhão, dependendo do que acontece.

As pessoas que são mais inseguras são as campeãs em tirar conclusões, deduzir mágoas, ficar triste por qualquer coisa. Elas se sentem mal amadas, sem amigos e qualquer coisa é motivo para acabar com a amizade. Ao invés de tentar entender o outro ficam sempre se sentindo incompreendidos.

Hoje fico muito feliz de ter amigos e amigas super maduras e fofas. Elas simplesmente respeitam e entendem as coisas. Elas também sabem dar carinho, sabem apoiar e sabem pedir ajuda e carinho. Assim as coisas fluem bem mais fácil. Sem crise. O que falta nesse mundo é um pouco de compreensão e vontade de se doar, coragem de se entregar e se machucar. A gente se machuca e se ferra o tempo inteiro, mas pelo menos a gente conhece pessoas que fazem valer a pena toda essa ferração.

Cores

Para quem não viu, alguns recortes do que nós andamos pintando nas últimas semanas! Agora falta tão pouco… Está ficando lindo! E nada mais terapêutico que encher os ambientes de cores bonitas.

Músicas Velhas

Nada como ouvir músicas que não são da nossa época! Na minha adolescência eu ouvia Nirvana, Skid Row, Pearl Jam e Soul Asylum. Mas eu também ouvia Carpenters, por influência da minha irmã, que deixava a fita cassete no som perto do PC, onde eu jogava RPG. Outra banda que eu gosto muito é ABBA. É bom demais!! Ouvir novas versões como “Lay all your love on me”, do Edguy também vale a pena! Também tem a “Take a chance on me” versão Erasure (o clip é ótimo!), e para quem quiser conhecer, versões do A-Teen e do filme Mamma Mia… (algumas ficaram péssimas). Mas vale a pena ouvir.

Agora abaixo uma letra do Abba que eu gosto bastante:

“So I say
Thank you for the music, the songs Im singing
Thanks for all the joy theyre bringing
Who can live without it, I ask in all honesty
What would life be?
Without a song or a dance what are we?
So I say thank you for the music
For giving it to me”