Mês: março 2009

Transformação e Buda?

“Porque todo mundo está criando um espaço para você ser transformado – mesmo aqueles que acham que estão lhe obstruindo, mesmo aqueles que você pensa que são seus inimigos. Seus amigos, seus inimigos, boas e más pessoas, circunstâncias favoráveis, circunstâncias desfavoráveis – tudo isso junto está criando o contexto no qual você pode ser transformado e tornar-se um Buddha. Seja agradecido a todos – àqueles que lhe ajudaram, àqueles que lhe obstruíram, àqueles que foram indiferentes”. Osho; Extraído de: Book of Wisdom, Cap. 5

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Liebe

Esta palavra tão abusada – “lindo”: o que ela quer dizer? Ela quer dizer que a coisa a que damos o nome de “lindo” faz amor com a nossa alma. Quando dizemos que algo é lindo, estamos confessando como somos por dentro. As coisas são espelhos onde nos refletimos. (Rubem Alves)

Somos smurfs eternamente insatisfeitos, reclamões e ranzinzas

“A satisfação é uma escolha, a insatisfação, um hábito”.

Não é impressionante como as pessoas adquirem o hábito de reclamar e estar insatisfeito com tudo? Não basta odiar o trânsito, odiar a cidade, odiar o chefe, odiar a sogra, o cunhado, a rua, a comida, o médico, a amiga, o programa de TV. Tudo incomoda. Até o fato de o seu chefe usar meias marrons te incomoda. O jeito da sua namorada pedir atenção te incomoda. O fato de a mulher na rua estar com a calcinha aparecendo te incomoda. O fato de o seu amigo te mandar um monte de e-mails te incomoda. O fato de aquela amiga nunca te mandar e-mails te incomoda. O fato de sua mãe sempre entrar nos lugares falando alto te incomoda. O fato de o médico usar a caneta do lado esquerdo da camisa te incomoda. Meu Deus!! Por que tanto incômodo nessa vida?

As pessoas não deveriam se preocupar um pouco com seu próprio mundo, sua própria vida e parar de encher o saco? Por que todos se incomodam com tudo? Se a pessoa não está fazendo mal a você, por que ficar incomodado com a mania ou escolha dela? Deixa a pessoa roer unha, ouvir pagode, andar de sapato de salto alto, usar cueca furada, usar regatinha justinha, cabelo colado na testa. Se a pessoa não mora sob o mesmo teto que você, não está incomodando seu espaço, não está atrapalhando sua vida, por que reclamar dela? Só pelo simples prazer de reclamar? O passatempo de muitas pessoas é ficar reclamando, falando mal dos outros, alimentando preconceitos, tirando sarro dos outros, ficando com raiva dos outros… Isso pra mim é falta do que fazer. E se a pessoa te incomoda tanto e você quer o bem da pessoa, vai lá e fala com sinceridade no que a pessoa pode melhorar. Chega de ficar resmungando.

Mais bipolaridade!

Incrível, tem dias e momentos em que tudo decai, regride e fica difícil. Nessas horas, nada como ouvir Edguy ou Abba para dar uma animada. Mas ontem eu sucumbi mesmo, que dia mais perdido. Matei minha aula de jazz, descontei toda tpm onde não devia, dormi mal, acordei atrasada, com dor de estômago, estabanada. Vai entender esses altos e baixos! O que eu posso fazer é investir na meditação, orações, livros, música. E dar uma reforçada energética também… Mas, enfim, argh, ninguém é de ferro. Bom, eu sou metal, mas talvez esse seja meu problema. Momento louco de querer recolhimento e travesseiro. Tenho pensado em muitas coisas ultimamente e pensei até em voltar a tentar fazer regressão. Parece ser uma fuga ou algo inútil, mas eu estive querendo entender o porquê de certos acontecimentos. A conclusão no fundo sempre é a mesma, eu preciso fazer o que eu preciso fazer. Nossa, que post mais confuso. Quero dizer, a resposta é estúpida, basta você seguir o que você sabe que precisa seguir. Seguir a intuição, o coração.

 

“Quando nos tornamos sábios, respeitamos nosso corpo, nossa mente, nossa alma. Deixamos que o coração, e não a cabeça, governe nossa vida”.

“Sendo sábios, sempre iremos pelo caminho mais fácil, que é sermos nós mesmos”.

 

PS: quem disse que sermos nós mesmos é o caminho mais fácil??!!

Coral da Cidade de São Paulo

“O Coral da Cidade de São Paulo apresentará os “Quatro Hinos da Coroação”, de G. F. Handel no segundo semestre deste ano de 2009, que marca o 250º aniversário da morte do compositor. Os hinos são:

– Zadok the Priest
– Let thy hand be strengthened
– The King shall rejoice
– My heart is inditing

O Coral está com vagas abertas para todos os naipes. Se você tem interesse em ingressar, compareça ao Espaço Cultural Tendal da Lapa no próximo sábado, dia 28/03/09, às 9h, data em que começarão os ensaios da obra.

Os ensaios acontecem todos os sábados, das 9h às 12h, no endereço especificado no final desta mensagem.

Avisem seus amigos que gostam da música erudita e querem cantar um repertório tão especial como esse. Próximas obras: ópera “Orfeo e Eurídice” (Glück) e “Carmina Burana” (Orff).

Venham cantar com a gente!

CORAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
Espaço Cultural Tendal da Lapa
R. Guaicurus, 1100, Lapa
(Entrada e estacionamento pela Rua Constança, 72)
Tel.: 3862-1837”

O Coral da Cidade de São Paulo é regido pelo Maestro Luciano Camargo. Depois eu coloco mais detalhes sobre ele e o Coral! Para mais informações sobre ele podem acessar o link:

http://www.arsmusica.com.br/

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Adendo com citação a Pocahontas

Complementando meu post sobre rótulos, preconceitos e conclusões, resolvi incluir uma parte da música Colors of the Wind, do filme “Pocahontas” (hehehe), porque achei que tinha tudo a ver.

 

You think the only people who are people
Are the people who look and think like you
But if you walk the footsteps of a stranger
You’ll learn things you never knew you never knew

Semideuses (parte II daquele post)

“Álvaro de Campos tem um verso que diz mais ou menos assim: “Sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os desejos dos outros fizeram de mim”. Intervalo, um espaço indefinido onde a minha verdade se perdeu, enfeitiçada pelo pedido dos outros. Os outros pedem que não sejamos o que somos; que sejamos só o que eles desejam. E ficamos sem rosto. Só máscaras. Cebolas sem cerne, só casca. O Diabo nos coloca entre o martelo e a bigorna e vai nos forçando a tomar decisões. Pode ser que, ao final, tenhamos a experiência suprema de horror. Quando, diante do espelho, não vemos rosto algum, apenas os rostos de outros. Acho que é por isto que todo mundo fala mal do Diabo: porque, além de ser ferreiro de martelo e bigorna, é também especialista em beleza, com espelho na mão. E o reflexo no espelho dói mais que o martelo na bigorna” (Rubem Alves)

 

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